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Entrevistas > Entrevista com o produtor Reinaldo Valadares

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19/07/2011

Entrevista com o produtor Reinaldo Valadares


Ele é mineiro, de Pompéu. Responsável por animar o Carnaval da cidade, desde 1996, levou 10 mil foliões para seus blocos em 2011.

Atua com produções de shows e teatro, tendo trabalhado, entre outros com Marina Lima, Gilberto Gil, Rafinha Bastos, Danilo Gentili, Fábio Rabin, Marcelo Adnet e Felipe Andreoli. Agora estreia no cinema, como co-produtor do segundo longa americano dirigido pelo ator Márcio Garcia, “Open Road”, que tem previsão de lançamento no primeiro semestre de 2012 e traz no elenco nomes de peso como Andy Garcia, Juliette Lewis e os novatos e já queridinhos de Hollywood, Camilla Belle (filha de brasileira) e Colin Egglesfield – ator considerado, atualmente, nos Estado Unidos, como o novo Tom Cruise, tanto pelo talento, como pela beleza, e marca a estreia do ex-jogador Ronaldo “Fenômeno” como ator. 

Estamos falando do produtor cultural Reinaldo Valadares, com quem o site Trilha Cultural conversou sobre carreira, preferências, novidades para o Carnaval de Pompéu 2012 e o filme “Open Road”. Confira!

Trilha Cultural: Como iniciou na carreira de produtor cultural?
R: Então, foi numa conversa entre amigos, em uma pizzaria. Sem pretensão de virar empresa ou um negócio. Era apenas uma brincadeira para que nossos amigos, à época, em 1996, não saíssem da cidade para curtir festas fora dali. Tomamos a decisão de fazer e convidamos, via convite (200 amigos) para ficar e prestigiar a cidade. Eles toparam. Foi um sucesso! A partir daí os amigos que foram chamaram outros amigos e assim começou...

Trilha Cultural: E no Carnaval de Pompéu?
R: O Carnaval de Salvador começava a ganhar visibilidade do grande público na década de 1990. Não sabíamos por onde começar. Tivemos que literalmente conhecer o “caminho das pedras”. Não era tão fácil como hoje, que todos têm acesso a tudo. Não existia a facilidade da internet, do celular, não existiam os contatos dos fornecedores. Apenas uma vontade de fazer um carnaval para Pompéu nos mesmos moldes do carnaval de Salvador. A única referência mais próxima era o antigo Carnabelô (BH). Pompéu foi a primeira cidade do interior a fazer um carnaval no estilo de Salvador, na data do Carnaval mesmo. Cinco anos mais tarde, outras cidades do interior começaram a fazer o mesmo. No primeiro ano, foram vendidos 300 convites para o camarote. Hoje vendemos mais de três mil.  

Trilha Cultural: Pretende promover carnavais em outras cidades? Ou seu foco é apenas Pompéu?
R: Já recebemos convites de várias outras cidades, mas nunca chegamos a um acordo. Hoje, meu foco é apenas Pompéu.

Trilha Cultural: O Carnaval de Pompéu é, sem dúvida, uma tradição em Minas. É conhecido nacionalmente. O que acha que o Carnaval de Pompéu tem de diferente dos demais para atrair os foliões?
R: Acho que pelo mesmo motivo de como ele começou, entre amigos. Hoje ele é conhecido nacionalmente e recebe turistas de quase todo o Brasil e alguns países, mas não perdeu o charme dos amigos. Tipo “pode entrar que a casa é sua”.

Trilha Cultural: Pode adiantar as novidades para 2012, além do show do Mr.Catra, do Camarote Máster e da Feijoada do Reduto?
R: Então, já estamos vendendo e o 1° lote está quase esgotado. Estamos ainda fechando com algumas atrações conhecidas nacionais. Mesmo os contratos estando na fase final, não posso divulgar nomes sem assinar. Mas garanto que a galera vai gostar e muito!  Os foliões poderão ter mais informações a partir do dia 25 de julho, no nosso site que está sendo renovado e ficará pronto em breve: www.blocoreduto.com.br 

Trilha Cultural: Você também já produziu shows e espetáculo teatrais. Pretende voltar para a produção cultural nesse segmento?

R: Amo teatro. Já fiz cursos de teatro em BH e no Rio. Neste momento, teatro não é meu foco. Meu foco agora é o Carnaval de Pompéu e o filme Open Road, pelo menos até o primeiro semestre de 2012, quando o filme será lançado mundialmente. 

Trilha Cultural: Está estreando no cinema, como co-produtor do filme americano do Marcio Garcia, “Open Road”. Como surgiu essa oportunidade?

R: Através de uma amiga que trabalha com o Márcio há muitos anos. Ela estava me contando da ideia do filme e me apaixonei pela história e pedi a ela que me apresentasse ao Márcio, pois tinha vontade de trabalhar no filme. E foi assim que aconteceu.

Trilha Cultural: Fale um pouco do seu trabalho na co-produção do filme?

R: Existe toda uma equipe por trás da pós-produção. Vamos trabalhar juntos na divulgação do filme. Correr atrás das melhores assessorias do Brasil e do mundo para que o filme seja divulgado e apresentado ao grande público da melhor maneira possível. 

Trilha Cultural: O cinema é uma área que pretende continuar?
R: Muito. A sétima arte encanta, acho que a todos! Espero que seja o primeiro de muitos.

Trilha Cultural: Atualmente você está morando no Rio de Janeiro. Porque trocar Minas Gerais pelo Rio? Acredita que no Rio as oportunidades na área cultural são maiores?
R: O Rio tem cultura em toda esquina, devido à Corte Portuguesa, que à época do império, ter feito da cidade a capital do país. A cultura da cidade está nas frases do “profeta Gentileza” pichadas no centro da cidade ou no número de teatros e casas de shows que existem por ela. No Rio, um artista não precisa ser famoso “global” para as pessoas prestigiarem, basta ser bom que o carioca prestigia, apoia, faz o boa boca.

Trilha Cultural: O que acha que precisa melhorar no setor cultural em Belo Horizonte?

R: Acho que falta de apoio por parte dos empresários mineiros. Eles têm que acreditar mais quando uma proposta de espetáculo, show ou qualquer outro tipo de evento chegue até eles. Precisam valorizar mais nossos artistas, eventos e nossa cultura. O mineiro é muito talentoso e muito bom no que faz. Acredite, é muito bom mesmo!  Se o empresariado valorizasse mais os eventos mineiros, poderíamos fazer o caminho inverso: conquistar Minas e depois todo o Brasil.

Rapidinhas

Nome completo?

Reinaldo Campos Valadares

Idade?
Tenho 29, há alguns anos (risos)

Cidade natal?

Pompéu

Cor preferida?
Nunca sei responder essa pergunta. Sou libriano, indeciso (risos)

Gosta de cozinhar?

Gosto. E se cozinho pra alguém, é porque essa pessoa é especial para mim.

Prato preferido?
Risoto de camarão

Restaurante preferido?
Quadrucci, no Rio

Lazer?
Praia

Lugar para viajar?
Fernando de Noronha, sempre

O que não pode faltar em uma viagem?
Boa companhia e lugares lindos para se apaixonar

Lugar que deseja conhecer?
Itália

Lugar para morar?
No momento, o Rio. Mas daqui alguns anos, alguma cidade pequena praiana.

Música?
Neste momento – Fly Love- do filme Rio. A letra e a melodia são incríveis

Cantor?
Marisa Monte

Filme?
Vários. Mas o melhor é “A lista de Schindler”. O fato de ser baseado em fatos reais e pensar que o acontecido foi há tão pouco tempo, me causa mais revolta e indignação. Mostra a que ponto chega à ignorância e a prepotência do ser humano

Livro?
Acabei de ler “1808”. Portanto é ele. Mas como vou começar a ler “Ninguém é de ninguém”, da Zíbia Gasparetto. Pode ser que daqui um mês seja ele.


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